Rio Vermelho - Howard Hawks

Hawks, e já não era sem tempo. Não há muito o que se dizer. A relação de pai e filho entre Dunson e Matthew que é fantástica, com uma resolução de abrir sorriso no rosto, e as transformações do personagem do Wayne aos olhos do espectador, que o ama, o odeia, o teme, e o ama outra vez. E o Montgomery Clift não é mau ator, como me havia parecido em A Tortura do Silêncio.

Uma resposta para “Rio Vermelho - Howard Hawks”

  1. francisco lopes Disse:

    É um filmaço, “Rio Vermelho”, e fico só pensando nos espetáculos de hoje em dia. Alguns dos garotos apaixonados pelos filmes adaptados de HQs ou tarado em efeitos especiais deveria ver como se faz um estouro de boiada sem um boi digital.
    Clift estava muito bem em “A tortura do silêncio”, que é isso? e desde o início, no “Rio Vermelho”, já se provava um bom ator, ótima figura (aqueles olhos sempre dizem tudo que é preciso). A relação tensa e ambígua com o pai adotivo (John Wayne) é das melhores já feitas no cinema. E como esquecer o velhinho feito por Walter Brennan, coadjuvante maravilhoso de vários filmes de Hawks (lembro-me de “Uma aventura na Martinica” e “Onde começa o Inferno”), engraçado e humano como ele só…Um grande, enorme filme.

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